O conhecimento aqui é entendido como processo historicamente constituído, radicado na prática social, naquilo que esta tem de mais profundo, envolvido em contraditórios: o trabalho que forja a subsistência produz consciência, inclusive consciência de transformação. Mas não se pense que o autor se situa no plano de uma sociologia do conhecimento, quando entende a tarefa de conhecer como processo que leva profundamente em consideração a sociedade. Seu projeto não busca condicionamentos das várias formas de compreender o mundo ou as influências da sociedade sobre o conhecimento, porque, embora isso tenha a sua importância, impõe o limite de não entender o próprio conhecimento.
Ano de Publicação: 2017
173 páginas


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